UFO Verdade ignorada

UFO Verdade ignorada

sábado, 30 de maio de 2015

Abduções










A abdução (palavra usada aqui para designar seqüestros de seres humanos por raças alienígenas supostamente superiores à nossa) acontece com pessoas aparentemente normais. Vários pesquisadores do assunto têm observado que a maioria das abduções possui raízes hereditárias, ou seja, seus antepassados também eram abduzidos. Muitas pessoas que são abduzidas desconhecem pela vida toda que passam por este processo. Isso pela sutileza com que são feitos tais seqüestros, que na maioria das vezes beiram (ou se confundem) aos sonhos.

De forma geral, os contatos que levam a uma abdução alienígena começam nos lares ou nos automóveis das vítimas. Em alguns casos, os abduzidos também podem estar caminhando pela rua quando são levados. O primeiro indicativo de que está para ocorrer uma abdução pode ser uma inexplicável luz azul ou branca que inunda o quarto ou carro, um estranho zunido nas redondezas, apreensão, sensação de uma presença estranha e até mesmo o avistamento direto de um ou mais humanóides — além, é claro, da própria nave. Quando uma abdução ocorre durante a noite ou, como é comum, durante as primeiras horas da manhã, o abduzido pode, a princípio, achar que se trata de um sonho. Mas um cuidadoso interrogatório revelará que o protagonista não estava dormindo e que a experiência teve início num estado consciente, após ter acordado.





Ao começar o processo de abdução, a vítima pode sentir uma sutil mudança de consciência, mas esse estado é real, ou, melhor ainda, maior do que o normal.Há um momento de choque e tristeza quando o sequestrado descobre, na entrevista sobre sua experiência ou durante uma sessão de hipnose regressiva, que aquilo que pensava ser um sonho e o fazia se sentir mais confortável foi, na verdade, uma experiência bizarra e apavorante, que lembra ter acontecido, mas para a qual não tem explicação. Após o contato inicial, já durante o processo abdutivo, a pessoa normalmente flutua pelo corredor, através de paredes, janelas ou teto de carro. Em geral se espanta ao descobrir que atravessou um objeto sólido, sentindo apenas uma leve sensação vibratória.



Impotência e pavor


Na maioria dos casos, um raio de luz que recebe parece servir como uma fonte de energia para transportar o abduzido do local onde ele estava até um estranho veículo que se encontra à espera dele. Geralmente a vítima é acompanhada por um, dois ou mais humanóides, que a guiam até a nave. Nesse ponto do procedimento, a pessoa descobre que foi dominada ou paralisada por um toque de mão ou por um instrumento manejado por um dos seres. O abduzido consegue mover a cabeça e geralmente pode ver o que está se passando, apesar de frequentemente fechar os olhos, em uma tentativa de negar ou evitar a realidade. O terror associado à impotência mescla-se com a natureza apavorante dessas experiências. 


Devemos lembrar que nem todas as abduções são feitas por  pequenos humanóides , mais conhecidos como ''Greys'' , ou repitilianos ,evoluídos tecnologicamente ,que na maioria das vezes tem apenas interesses biológicos.  Há abduções que são feitas por seres com características basicamente humanas ; Nórdicos ; Pleiadianos ; Andromedanos ;Lyrianos entre outros conhecidos e desconhecidos que são muito evoluídos espiritualmente, esses na maioria das vezes abduzem para fazer alguma advertência,avisos , ou por serem a linhagem de origem do abduzido , que esta na Terra para ajudar (mas não sabe disso).









Sintomas de uma abdução


- Memórias a bordo da nave. Algumas experiências são típicas de uma vivência dentro de nave. Elas podem surgir como memórias difusas ou sonhos bizarros. Também há sintomas físicos dessas ocorrências. Por exemplo:



· Ver diversos tipos de seres, trabalhando juntos.
· Alguns aparecem como seres de “luz” ou “energia”, geralmente com silhueta humana,  alguns de grande beleza.
· Seres pequenos, com pouca ou nenhuma expressão facial e corpo infantil.
· Os famosos greys. Alguns parecem animalescos e até reptilianos, com atos robóticos, bizarros. Outros podem parecer familiares ao abduzido e gerar sentimentos de afeição, uma sensação de “conexão”. Outros ainda podem causar terror puro e simples.
· Procedimentos médicos e de monitoramento são frequentes.
· Procedimentos de cura são frequentes.
· Informações de cunho espiritual ou meramente educacional são frequentes.
· Ocorrências de êxtase espiritual são frequentes, gerando uma sensação de bem-estar incomparável.
· Outros humanos podem estar presentes, conhecidos ou não.
· É frequente a sensação de cruzar portais interdimensionais.
· É comum a visita a paisagens estranhas.
· É comum a memória do retorno ao quarto. A maioria das pessoas percebe o momento da volta ao quarto.
· Acordar cansado, lento.
· Partes do corpo podem sofrer ferimentos leves, marcas, vermelhidão, embora de origem desconhecida.
· Sonolência inexplicável e fora de hora.
· Extrema sensibilidade ao barulho.
· Problemas nas costas ou pescoço.
· Problemas de sinusite/sangramento nasal.
· Pressão arterial baixa.
· Ausência de menstruação.
· “Gravidez falsa”.
· Distúrbios alimentares.
· Insônia, problemas para dormir à noite.
· Urinar na cama até muito tarde na infância.

· Paralisia do sono.

Esses são indícios de uma abdução noturna, quando o individuo está mais vulnerável. Geralmente segue-se uma inquietação e medo de relembrar estas experiências. Muitas experiências de abdução podem parecer simples viagens astrais, mas podem deixar vestígios físicos. Há também uma série de sensações que precedem uma abdução.


São elas:

· Animais domésticos ficam estranhos, com sono ou agitados, assustados ou arredios.
· Sensação de paralisia.
· Medo, sensação de pânico. Pressentimento de presenças.
· Sensação de que algo vai acontecer.
· Luzes estranhas no quarto.·
Outras pessoas a seu redor adormecem e não conseguem despertar de modo algum.

· Por vezes o abduzido é levado fisicamente à nave, mas em outras ocasiões ele vai em corpo astral/energia, deixando o corpo na cama.


Além disso, uma série de sonhos é sugestiva de uma possível abdução:

· Sonho onde o indivíduo cruza paredes ou janelas.
· Sonhos com bebês ou crianças de aparência incomum.
· Sonhos eróticos com pessoas desconhecidas e/ou seres não-humanos.
· Sonhos com gravidez/parto.
· Estranha conexão com crianças desconhecidas.
· Imagens catastróficas, apocalípticas.
· Imagens de seres removendo fetos ou invadindo o útero.
· Imagens desoladas, estéreis.
· Sonhos de perseguição.
· Sonhos envolvendo exames médicos ou instrumentos incomuns.

· Seres estranhos, sonhos com naves.


Outros sintomas de natureza psicológica:

· Necessidade de dormir com a luz acesa.
· Dificuldades sexuais e de relacionamento.
· Desejo estranho de mudar de residência.
· Falhas de memória de eventos da infância.
· Sensação de ser muito mais “mente aberta” que o normal das pessoas.
· Crença na existência dos extraterrestres.
· Falta de autoestima.
· Medo do escuro.
· Manter a cama longe da janela, possivelmente encostada na parede.
· Claustrofobia.
· Pânico ou ansiedade em corredores.
· Medo de médicos ou dentistas.
· Sensação de estar sendo observado.
· Pavor de agulhas.
· Dificuldade em confiar nos outros.
- Traumas sexuais na infância ou adolescência
· Névoas estranha.
· Sons estranhos.
· Figuras fantasmagóricas, vultos andando pela casa.
· Medo de elevador.

· Medo de janelas.



Abduções serviriam para contribuir com evolução humana ?


Alguns Ufólogos e pesquisadores afirmam que os casos de abdução registrados nos últimos anos teriam como objetivo “contribuir para a evolução da espécie humana”.

A afirmação ocorreu durante o I Fórum Mundial de Contatados, que atraiu centenas de amantes da ufologia e testemunhas de existência de extraterrestes  em Florianópolis.
O professor Marco Antonio Petit, que tem seis livros publicados sobre o tema e estuda ufologia há mais de 30 anos, o interesse dos ETs em casos de abdução seria ajudar o desenvolvimento dos seres humanos. “Os estudos sobre abduzidos realizados há mais de 30 anos mostram que existe o interesse em ajudar na evolução da espécie humana”, afirma ele, que foi um dos palestrantes do Fórum. “Essa ajuda é promovida por intermédio do nosso DNA. O ato é realizado justamente a partir da abdução”.


Na opinião de Petit, o número de fenômenos ufológicos teria aumentado nas últimas décadas. “Podemos afirmar sem sombra de dúvidas que o fenômeno UFO vem tendo um acréscimo significativo, principalmente no número de objetos avistados”, diz ele, que foi um dos maiores defensores da abertura de documentos secretos da Força Aérea Brasileira sobre o tema.
A “evolução humana” por intermédio da atuação de seres alienígenas foi citada em outra palestra do encontro. As palestrantes Mônica Medeiros e Margarete Áquila mostraram casos de crianças “superinteligentes”, que realizam em segundos cálculos complexos de matemática e possuiam conhecimentos aprofundados em geografia com poucos anos de vida.
“É isso que eles querem transmitir como mensagem: a nova raça já está aqui”, afirma. “A gente só precisa ser sábio para identificar as mensagens que essas crianças especiais estão nos passando”.

O Nosso querido professor A.J. Gevaerd, um dos organizadores do evento, destacou que o encontro é um “divisor de águas” na ciência brasileira. “Nossa ufologia é bem avançada, mas pela primeira vez colocamos frente a frente pesquisadores, acadêmicos ou não - e os contatados para debater o assunto”, destaca. “Entre os contatados estão aqueles que são levados para as naves, os que viram ou filmaram OVNIs ”.
Os casos de aproximação extraterrestre seriam mais comum dos que imaginamos, segundo defende Gevaerd. “Os casos de aproximação são inúmeros”, disse. “Queremos mostrar que são fatos quase quase corriqueiros e principalmente que essas pessoas são pessoas como nós, normais, sérias e sem problema mental. São pessoas de credibilidade”.


Ou os ETs estariam passando uma mensagem à humanidade por meio das abduções alienígenas ?


Os objetivos que existem por trás das visitas extraterrestres ao nosso planeta são um dos temas mais intensamente debatidos nas mais de seis décadas de pesquisa ufológica. Muitos são os estudiosos que defendem intenções obscuras por parte dos alienígenas, enquanto outros veem neles salvadores que conduzirão a humanidade a uma nova era de paz e conhecimento.O caso de Travis Walton é um dos mais pesquisados da história da Ufologia e o abduzido já concedeu inúmeras entrevistas para variados veículos da imprensa e programas de TV. O que lhe aconteceu, inclusive, inspirou a criação do filme Fogo no Céu [1993]. Walton pouco se lembrava do período em que ficou desaparecido, mas as memórias foram voltando pouco a pouco e hoje ele se dedica a ajudar outras pessoas que passaram por experiências semelhantes. Walton, em suas apresentações públicas, afirma que os acontecimentos o transformaram profundamente e que tem se dedicado a transmitir a mensagem que seus captores lhe passaram.


A presença alienígena na Terra, de fato, pode estar acontecendo desde tempos milenares, como parecem demonstrar elementos ainda não completamente esclarecidos da história. Os chamados "deuses" que vieram dos céus em fabulosas carruagens de fogo, desceram com grande pompa e deram a conhecer aos seres humanos de então ensinamentos que os auxiliaram a erigir as bases da civilização terrestre. Fatos que comprovam isso são comuns em várias culturas antigas. A conhecida teoria dos deuses astronautas tem sido debatida cada vez mais abertamente e amplos setores da sociedade já aceitam essa realidade. Por outro lado, tais mudanças de consciência, ampliando nossa visão de nosso lugar no universo, levam muitos pesquisadores a questionar qual é a agenda dos visitantes alienígenas.

Marco Aurélio Seixas, médico cardiologista que também atuou como tenente-médico do Exército, é consultor da Revista UFO e já apresentou várias conferências por todo o Brasil. Ele tem se dedicado a estudar a influência que a presença extraterrestre tem exercido na sociedade terrestre, com o intuito de determinar se os agentes dessa mudança agem de forma aleatória ou, pelo contrário, se são movidos por objetivos preestabelecidos.
Seixas considera que a curiosidade é própria de seres inteligentes e questiona se esse é o único impulso dos visitantes ou se, pelo contrário, eles pretendem, alterando a percepção humana, alcançar algum objetivo que ainda nos é desconhecido.


E você , acredita em abduções? se sim , quais são seus objetivos?


terça-feira, 26 de maio de 2015

 Caso Clássico: - Contato Imediato em Abbiate Guazzone




Em Abbiate Guzzone ocorreu um interessante caso de contato com tripulantes de um OVNI. Na noite de 24 de abril de 1950 Bruno Facchini ao avistar o objeto pousado, aproxima-se dele, sendo paralisado por um raio de luz emitido por um dos tripulantes.





Representação do momento em que foi atingido pelo raio de luz


A Itália possui uma farta casuística ufológica , No país ocorrem anualmente inúmeros casos de observação noturna, diurna, filmagens, pousos e contato com tripulantes de OVNIs.
Em várias ocasiões o país foi palco de ondas ufológicas de grande ou pequena duração, mas de forte intensidade. Um exemplo é o conjunto de ocorrências de pouso registradas em 1995 na região de Pordenone, ao norte do país  [Caso Pordenone]. Outros casos bastante conhecidos, com ampla divulgação no Brasil foram os incidentes de Cárnia (Caso Vila Santina) e o caso de Rosa Dainelli, ocorridos respectivamente em: 1947 (Vila Santina em Cárnia) e 1954 (em Villa Cennina).

O caso em questão ocorreu em 24 de abril de 1950, por volta das 22 horas, em Abbiate Guazzone, Província de Varese, Lombardia, ao Norte da Itália. O protagonista do caso, Bruno Facchini, 40 anos na época, era mecânico, casado e tinha um filho pequeno. Ele morava na própria localidade onde o caso ocorreu, próximo à rodovia que conduzia à Milão.



Abbiate Guazzone fica próximo à Varese, dentro da província de mesmo nome, ao norte da Itália.



O contato



No começo daquela noite ocorreu uma violenta tempestade sobre a região. Essa tempestade durou até aproximadamente 22 horas. Facchini aproveitou a calmaria e dirigiu-se ao banheiro, que situava-se a alguns metros da casa. Após ter usado o banheiro ele acendeu um cigarro e dirigiu-se para sua casa. Durante o percurso ele observou estranhos flashes de luz que a princípio pensou tratar-se de relâmpagos da tempestade que havia ocorrido pouco antes. O brilho originara-se em uma linha elétrica próxima à sua casa e por isso ele decidiu ir verificar se havia alguma anormalidade. Sua preocupação era com a segurança de seu filho que costumava brincar pelo local e poderia se deparar com algum fio caído no local. Chegando ao local onde a linha passava não notou nada de errado. Ao se virar para voltar à sua casa observou o mesmo flash de luz e o que estava produzindo o estranho fenômeno. Tratava-se de um objeto em formato de prato, de cor escura, se aproximando do local.



"Ele ainda estava um pouco distante. Eu decidi ir até lá. Então eu vi lá um enorme vulto escuro, como uma bola, com um topo achatado."

Ele calculou a distância em 200 jardas (aproximadamente 180 metros), de onde estava. O diâmetro estimado do objeto era em torno de 10 metros de largura de 7 metros de altura.

"No meio [do objeto] havia uma escada pequena, iluminada por uma luz verde. Quase que imediatamente, eu entendi que a luz veio de algum tipo de lâmpada manipulados por um homem em pé que parecia estar envolvido em soldagem. Vestia algo como uma roupa de mergulho e uma máscara.

Guiado pela curiosidade eu me aproximei e vi duas pessoa, com a mesma roupa, movendo-se lentamente ao redor do objeto. Eu acho que seu traje de mergulho era pesado e atrapalhou seus movimentos".


Facchini descreveu, posteriormente, que as faíscas saíam de uma espécie de tubo com o qual o tripulante trabalhava, aparentemente reparando algum tipo de dispositivo. Através de uma escotilha ele observou que no interior do objeto haviam mostradores e cilindros. Segundo Facchini, os três seres vestiam o mesmo tipo de traje, de cor cinzenta, justo e inteiriço, que cobria todo o corpo. Na cabeça havia um capacete com uma mascara transparente a frente. Deste capacete saía um tubo flexível. A altura destes seres era algo em torno e 1,70 m. Durante o tempo em que esteve próximo do objeto Bruno Facchini sentiu o ar muito quente e ouviu um zumbindo constante.

Facchini concluiu que o objeto era um protótipo estado-unidense, avariado pela tempestade, e resolver se aproximar e oferecer ajuda aos tripulantes. Ao chegar mais perto falou alguma coisa, chamando a atenção dos tripulantes. A reação inicial deles foi estranha, para um presumido piloto americano. Eles começaram a chamar uns aos outros em um idioma gutural. O que estava trabalhando na fuselagem do objeto virou-se com dificuldade e acenou para o protagonista que interpretou como um convite para embarcar no objeto. Percebendo que não eram americanos Bruno Facchini entrou em pânico.





Representação dos tripulantes do objeto com a viseira e o tubo respiratório à frente e estruturas na altura das orelhas .


Raio de Luz


"Eu me ofereci para ajudar, mas a única resposta que eu recebi foram alguns sons guturais que não eram compreensíveis. Gostaria de saber quais foram suas intenções. Tive a sensação de que eles estavam me convidando a bordo. De repente ouvi um barulho, como o zumbido de uma colméia, ou um gerador de energia enorme. Eu vi outra escada no interior do objeto, e tudo ao redor, tubos, cilindros e bitolas. Compreendi que este não era um avião, e fui tomado pelo pânico, eu comecei a correr dali. 

Eu já não estava tão perto quando virei a cabeça para trás. Eu vi um dos homens levantar algum tipo de aparelho que levava ao seu lado e um feixe de raios de luz veio em minha direção. Eu comecei a correr de novo, mas imediatamente, eu senti como se eu fosse cortado em duas partes por alguma ferramenta de corte ou por um jato de ar comprimido e eu caí".


Bruno Facchini descreve que ao ser atingido pelo raio luminoso sentiu como se tivesse sido empurrado por alguns metros antes de cair. Também descreveu uma forte sensação de calor na pele de seu abdômen. Ao cair continuou consciente e pôde observar o que estava acontecendo. Pouco tempo depois de cair ao solo, os tripulantes do objeto retornaram ao aparelho. A escotilha fechou-se e o objeto decolou emitindo um forte zumbindo.


"Eu fui atingido atrás por um feixe de luz, e tinha uma tal força que me senti empurrado. Perdi meu equilíbrio e eu caí no chão, batendo a cabeça contra uma pedra. Ferido, assustado e tonto, eu fiquei no chão sem se mover. Entretanto, aqueles seres estavam terminando seu trabalho de soldagem. Então eles entraram no disco, que fechou-se e foi embora.  

Eles pareciam não estar mais interessados em mim. Estou convencido de que só queriam assustar-me e não tinham intenção de fazer algo errado para mim. Eles estavam ocupados na remoção dos andaimes e retirada da escada. Então, a porta fechou. Todas as luzes se apagaram. E o zumbido continuou. Repente, o som ficou mais alto. A nave decolou, ganhou velocidade e desapareceu."


Facchini permaneceu imóvel no chão por algum tempo. Tudo estava silencioso. Quando recobrou os movimentos dirigiu-se para sua casa onde tentou dormir.



Representação do momento em que foi atingido pelo raio de luz .

Vestígios e Análises










Algumas imagens do estranho metal encontrado no local .



No dia seguinte pela manhã a testemunha voltou ao local para procurar sua caixa de fósforos que havia perdido. Então, examinando o local, ele descobriu alguns traços e quatro depressões circulares de um metro de diâmetro cada, dispostas em um padrão quadrado de 6 metros de comprimento. A grama ao redor estava queimada e haviam pedaços de metal derretido no chão.

Bruno Facchini, ainda impressionado com a ocorrência, dirigiu-se à sede da polícia de Varese onde registrou o fato. Policiais locais realizaram uma averiguação que foi motivo de criticas de ufólogos italianos. Alguns jornais noticiaram que técnicos militares estiveram no local realizando análises, entretanto nada foi confirmado.

Amostras do metal encontrado no local foram enviadas para análise no Istituto di Ricerche per lo Studio dei Metalli em Novara que classificou o material como resistente à atritos e à altas temperatura sendo ideais para uso em cápsulas espaciais.

Um pesquisador italiano e um dos pioneiros na pesquisa ufológica no país, Renato Vesco, de Genova, realizou análises nas amostras metálicas concluindo que são constituídas de bronze em alta concentração e pureza com alguns traços de chumbo.

Facchini também se submeteu à um exame médico onde descobriu-se uma mancha enegrecida no local onde o feixe de luz o atingiu. Durante os 30 dias após o contato tal mancha expandiu-se chegando a cobrir suas costas causando-lhe dores durante este tempo. Além disso constataram-se ferimentos decorrentes da queda que se seguiu após ser atingido pelo raio.


O caso Abbiate Guazzone foi muito divulgado na época pelos jornais italianos e dali para o mundo. Com o passar dos anos, a imprensa esqueceu o caso e o "cara dos discos" foi esquecido pela mídia. Ocasionalmente jornais republicavam a história com pequenas distorções. Ufólogos italianos o visitavam com uma certa freqüência e seu relato permaneceu inalterado até sua morte.



Bruno Facchine segurando a roupa que usava no dia de seu contato .




Jornal da época noticiando o fato .


domingo, 24 de maio de 2015

Contato Imediato em Joinville - O Caso Vila Baumer




O caso em questão foi pesquisado na década de 70, pelo ufólogo curitibano Carlos Alberto Varasin. Publicado em boletim próprio e pelo boletim da SBEDV, chama a atenção por se tratar de um caso sui generis no tocante a morfologia dos tripulantes de um OVNI. Ele também vale ser destacado pelo pioneirismo de Carlos Varassin em viajar a outra cidade procurando registrar um caso que até hoje ainda deixa os anais da ufologia de cabelo em pé. 

O relato a seguir é a compilação do conteúdo publicado no Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos dos Discos Voadores nº 94/98 de setembro de 1973 a junho de 1974, páginas 41 a 44. As fotografias coloridas bem como o desenho da testemunha que é inédito, foram concedidas pelo próprio pesquisador ora aposentado e pertenciam aos arquivos de Antonio Zotto, outro pesquisador já falecido que era membro do mesmo grupo de pesquisas de Carlos Alberto Varassim. Temos certeza que o caso agradará os leitores.



Concepção artística  para o Caso Vila Baumer



No caso em epígrafe (Vila Baumer), o que exigiu maior atenção foi a morfologia - retangular - do tripulante do DV, que foge a concepção dos seres vivos terrestres e da teoria da, nossa evolução. A pesquisa se deve ao nosso companheiro Carlos Varassin (de Curitiba-Paraná), pioneiro, no Brasil, em pesquisa deste tipo de tripulante.    




Telhado da Olaria danificado durante a decolagem do estranho objeto.




Marca deixada no local de pouso pelo objeto.





O RELATO

Em outubro de 1971, chegando ao seu conhecimento um caso de aterrissagem de um DV no Estado de Santa Catarina, o pesquisador Carlos Varassin dirigiu-se para Joinville, onde realizou "in loco" uma pesquisa muito bem orientada sobre a ocorrência que relatou, sob o título em epígrafe, e que, em linhas gerais, se resume no seguinte:

Na madrugada do dia 26 ou 27 de setembro de 1968, o Sr. Henrique Schneider Júnior, químico industrial, residente em Vila Baumer, a uns 5 km do centro de Joinville, no Estado de Santa Catarina, levantou-se e foi verificar o fogo do forno da olaria ao lado, de sua propriedade, fogo esse que precisa permanecer aceso constantemente, mantendo o forno a determinada temperatura.

Após constatar que tudo estava em ordem, caminhou mais alguns passos, parou, urinou e, quando se voltou para acender um cigarro, deparou com um estranho objeto no pátio da olaria, a uns 5 m de distância de onde se encontrava. Assustou-se, mas não se atemorizou. Todavia, sentiu-se paralisado, não podendo se movimentar.



A "COISA"

Era um artefato de forma afunilada, medindo cerca de 4 m de altura por 2,50 m de diâmetro em sua base (assentada num tripé, a uns 80 cm ou pouco mais, do solo). Da parte inferior, algo como uma luz bruxoleante iluminava o chão.          


Havia uma entrada retangular por onde descia uma espécie de esteira rolante que não chegava a tocar o solo, apesar de parecer sólido. Na extremidade inferior dessa esteira, e como se fizesse parte integrante da mesma, havia um "vulto" (que parecia uma tela, mas não tinha aspecto "humanóide") de forma geométrica, retangular, medindo mais ou menos 1,50 m de altura por 0,50 m de largura. Atrás do primeiro vulto, a uns 5,50 m em linha reta, na mesma esteira, havia outro, também imóvel; ambos sem nenhuma abertura nem luminosidade (veja setas pretas na fig. 22). A extremidade inferior da esteira estava a cerca de 5 m do observador, que pensou em perguntar o que faziam ali, mas não conseguiu falar.




Desenho da testemunha.





Concepção artística presente no Boletim da SBEDV.






TELEPATIA

Todavia, como se respondessem ao seu pensamento, sem que fosse  emitido qualquer som, a resposta entrou-lhe no cérebro, como que vindo do vulto à sua frente:

 - Verificar a causa do calor e da fumaça neste local.

Na ocasião queimavam-se alguns pneus velhos, o que produzia intenso calor (temperatura próxima de uns 700 C) e espesso rolo de fumaça que se elevava alta no céu.

Durante cerca de 10 minutos em que os vultos estiveram à vista, Schnelder formulou inúmeras perguntas, mentalmente, e, a todas, recebia imediatamente respostas nítidas, porém breves, que pareciam provir do vulto mais próximo. Entre outras muitas, o observador se lembra de ter havido as seguintes perguntas e respostas:

P. - Como vivem e se alimentam?                             .

R. - Por impregnação. Alimentação natural. Energia. Não é como vocês.



P. Como é movido o aparelho?


R. Por atração. 36.000 (ou 360.000 - o observador não se lembra) rotações por segundo.  


Eles vinham do espaço, de um astro cujo nome Schnelder não se recorda com precisão... Era algo parecido com a palavra "MERS". Eram governados por um chefe e cada qual tinha uma função específica, "como aquele que estava dentro do aparelho e que não podia sair de lá". Viajavam numa rota certa, determinada, da qual saíram para verificar o que estava provocando aquele calor na Terra. Prometeram voltar e estabelecer novo contato.

Durante todo o tempo em que o vulto esteve à sua vista, Schneider parecia não poder tirar os olhos dele e, à medida que a esteira ia recolhendo-o, sem qualquer ruído, o observador também se adiantava, porém guardando sempre a mesma distância. Não podia avançar mais, nem recuar e nem parar. Entretanto, de soslaio, pode perceber, naquela nave, três pontos de luz azulada, como se fossem janelas, mas que não eram orifícios. Através de um desses pontos podia ver os outros dois. Não sabe explicar como isto era possível. No interior havia um terceiro vulto próximo a um objeto que parecia uma caixa.

O DV não era luminoso - exceto as três janelas e a luz por baixo - e este estava iluminado apenas por meio da luz proveniente da lâmpada de um poste de iluminação pública. Tanto a nave como a esteira e os "vultos" pareciam ser acinzentados, da cor do alumínio.

Logo que a esteira foi recolhida inteiramente, fechou-se a entrada, com um ligeiro ruído (como de faísca elétrica) seguido de um leve som que lembrava o que faz a porta de um refrigerador doméstico ao ser fechado.

Imediatamente o aparelho ergueu-se rápido e verticalmente no ar, ouvindo-se, somente então, um sibilar agudo (som comparado ao de uma furadeira elétrica ao ser acionada). No centro da parte inferior, a testemunha pôde ver intensa luz azulada, "como dos aparelhos de soldar", e algo como anéis concêntricos, também azulados, que pareciam girar. Não pôde precisar, devido à forte luminosidade, se era parte interna, ou a externa, que girava.

Após elevar-se uns 10 m, inclinou-se para o Sul e, em poucos segundos, tornou-se apenas um ponto de luz azulada no céu. Ao subir deixou uma condensação de vapor, algo semelhante ao rastro produzido por certos tipos de aviões a jato. Essa condensação tinha odor que lembrava alguma coisa queimada. A ascensão do objeto produziu uma sucção violenta, de ar, que puxou o espectador em direção ao local onde se encontrava a nave. Ao se aproximar, sentiu que forte calor dali se emanava e um pronunciado cheiro de querosene queimado impregnava o ar. (OBS. da SBEDV: ozônio?)



VESTÍGIOS

No dia seguinte, Schneider viu que, no local do pouso, onde havia grama, num círculo de aproximadamente 65 cm de diâmetro, a mesma estava queimada . Concêntrico ao maior havia um círculo menor, onde a terra estava como que prensada e apresentando uma depressão de uns 10 cm. Havia também marcas de um tripé, tendo cada marca, uns 10 cm de diâmetro. (OBS. da SBEDV: Com base nas depressões que os pés do objeto deixaram no chão, poderia ser feito um cálculo aproximado do peso do "Disco").


Oito ou dez telhas da olaria, no ponto mais próximo da aterrissagem, estavam foram do lugar, como se houvessem sido levantadas por ventania. Uma delas chegou a desprender-se e quebrar-se. Um velho caminhão, em condições de uso, e que se achava estacionado perto, apresentou vários defeitos: bateria descarregada; platinado e distribuidor enguiçados; dínamo e motor de arranque afetados.


FOTOS

Três ou quatro dias depois, o Dr. Udo Schmidt, advogado em Joinville, tomando conhecimento do caso, foi ao local, em companhia dos Srs. Kari Silva, comerciante, e Paulo Mertens, quando pode fotografar a depressão dentro do círculo de grama queimada e constatar, também, o cheiro peculiar de queimado, odor este que ainda era claramente perceptível e que perdurou por 4 ou 5 meses. Durante esse tempo a vegetação não cresceu dentro daquele círculo. Até hoje (set. 1973) não existe capim no exato local do pouso, embora alguns tufos de grama cresçam ao redor.



E "ELES" VOLTARAM...



Cerca de 5 meses depois, o Sr. Henrique Schneider Júnior viu um objeto luminoso cruzar o céu rapidamente. Nessa noite, sem motivo aparente, Schneider saiu de casa e "sentiu" que devia olhar para o céu. Foi então que viu o objeto. Teve tempo de chamar outras pessoas que também o viram, entre elas, seu filho Amaury e o casal vizinho (Sra. Maria Carvalho e seu marido).

O protagonista da ocorrência, Sr. Henrique Schneider Júnior é pessoa respeitabilíssima naquela cidade, tendo sido vereador por diversas vezes. Seu relato foi bastante sóbrio. Não deu a imprensa o conhecimento do ocorrido e, conforme constatamos, em Joinville somente um reduzido número de pessoas sabe do caso. O Dr. Udo Schmidt, que fotografou o local 5 ou 4 dias após, é que difundiu o caso entre alguns amigos (graças a ele, que tomamos conhecimento do incidente). O Sr. Paulo Mertens, vizinho do Sr. Schneider, teria sido a primeira pessoa - além dos familiares - a quem este contou o fato. Tudo indica ter ficado o caso no conhecimento de apenas essas pessoas.


Muitos detalhes escaparam, uma vez que o fato se deu há alguns anos e também por que a idade do Sr. Schneider (65 anos na ocasião da entrevista cedida ao pesquisador Carlos Varassin) interferiu na sua memória, fazendo-lhe omitir detalhes significantes conforme afirmaram os seus amigos Silva, Mertens e Schmidt.


COMENTÁRIO DO PESQUISADOR

Excetuando-se a parte da possível comunicação telepática havida, não factível de comprovação objetiva por sua própria natureza, e também pequenas divergências quanto a detalhes, constatamos serem coerentes os relatos das pessoas envolvidas.

Face às provas materiais e à idoneidade dos informantes, não pomos em dúvida os relatos.


P.S.: - Em carta de 22/02/72, dirigida ao pesquisador Carlos Alberto Varassin, o protagonista Sr. Henrique Schneider Júnior declarou que o relato feito pelo Sr. Varassin, e do qual tomou conhecimento, "é fiel aos fatos".




Sr. Henrique Schneider Júnior, Protagonista do caso.


À Esquerda o pesquisador Carlos e o protagonista do caso Sr. Henrique Schneider Júnior.




terça-feira, 19 de maio de 2015

O Caso Baldeação em Manhattan





Linda Cortille Napolitano.



Alguns Sugerem que a falta de qualquer tipo de evidência corroborante indica que os eventos não passam de  sonhos. Então , 1996 , veio a tona o que ficou conhecido como o caso Baldeação em Manhattan . A principal testemunha foi uma dona de casa de Nova York , que primeiro usou o nome Linda Cortile , mas que depois , revelou que seu nome verdadeiro era Linda Napolitano.


O caso começou em 30 de novembro de 1989, quando Napolitano contatou o pesquisador de óvnis Budd Hopkins para relatar que havia acordado subitamente às 3h15 da manhã da noite anterior e visto o que parecia  ser um alienígena no quarto. Ela Jogou o travesseiro no vulto e desmaiou, recobrando os sentidos algum tempo depois , ai cair de uma certa altura sobre a cama.





Identificado um caso típico de abdução no quarto  , Hopkins quis investigar e convenceu Napolitano a se  submeter  a uma regressão hipnótica. Sob hipnose , ela revelou uma experiência razoavelmente típica. De fato havia três alienígenas no seu quarto. Ela os descreveu como tendo baixa estatura , pele cinzenta e cabeças grandes. Os alienígenas paralisaram Napolitano , e então um feixe de intensa luz azul se estendeu  pelo quarto , a partir da janela. Napolitano levitou , através de feixe de luz, para fora da janela , que na ocasião estava fechada , até a rua , e subiu para dentro de um óvni que pairava acima dela.

Dentro do óvni , Napolitano foi submetida a exames médicos . Ela foi transportada novamente pelo feixe de luz , até flutuar a meio metro acima da cama. 
Quando a luz foi desligada, ela caiu pesadamente sobre o colchão e foi quando a memória consciente dela assumiu o controle.




Budd Hopkins .




RICHARD E DAN



Mais de um ano depois (fevereiro de 1991), Hopkins recebeu uma carta assinada só com os nomes Richard e Dan.


A carta afirmava que os dois eram policiais que estavam num carro embaixo de um viaduto na FDR Drive entre 3 e 3 e meia da manhã no final de novembro de 1989. Sobre um alto edifício de apartamentos eles viram um grande objeto brilhante de cor laranja-avermelhado com luzes verdes ao redor da borda. E viram uma mulher e várias figuras estranhas saírem flutuando por uma janela e subir na direção do objeto. Richard e Dan disseram que tinham encontrado o nome de Hopkins e resolveram escrever a ele.

E continuando disseram que estavam extremamente preocupados com o bem estar da mulher, queriam localizá-la , falar com ela e se assegurarem que ela estava viva e em segurança. Também mencionaram que podiam identificar o edifício e a janela pela qual ela saiu.

Ao receber a carta, Hopkins imediatamente chamou Linda e disse-lhe que ela deveria esperar uma visita dos dois policiais. Alguns dias depois, Linda telefonou a Hopkins para dizer que tinha sido visitada por Richard e Dan. Quando bateram à sua porta e se apresentaram como oficiais de polícia ela não ficou muito surpresa porque a polícia vinha frequentemente ao seu edifício procurando testemunhas de crimes.

Mesmo avisada por Hopkins ela não esperava que Richard e Dan realmente aparecessem. Quando eles chegaram e entraram no seu apartamento mostraram visíveis sinais de alívio por ela estar viva. Entretanto, Richard e Dan não estavam muito inclinados a se encontrar ou falar com Hopkins, a despeito do fato de já terem escrito a ele e apesar da solicitação de Linda para que fizessem isso. Richard, então, perguntou a Linda se estaria bem se eles escrevessem um depoimento e o gravassem numa fita.

Ela concordou e duas semanas depois Hopkins recebeu uma gravação em fita de Richard descrevendo a experiência.

Algum tempo depois, Hopkins recebeu uma carta de Dan com um pouco mais de informações. A carta dizia que Richard tinha tirado uma licença porque o contato imediato tinha sido emocionalmente muito traumático.

Dan também mencionou que Richard observava Linda secretamente (esta informação é da apresentação oral de Hopkins no simpósio do Mufon, em 1992, em Albuquerque. Na conferência de Portsmouth, New Hampshire, Hopkins disse que tinha recebido uma carta de Richard contando que Dan fora forçado a tirar licença. Não está claro se Hopkins trocou os nomes ou se os dois indivíduos tiraram licença).


Hopkins recebeu outra carta de Dan a qual dizia que ele e Richard não eram na verdade oficiais de polícia, mas oficiais de segurança que tinham acompanhado uma pessoa muito importante (VIP) a um heliporto de Manhattan quando ocorreu o avistamento. A carta dizia também que o carro deles tinha enguiçado e Richard o empurrara até debaixo do viaduto. Segundo Dan, o VIP também tinha testemunhado a abdução e tinha ficado histérico.


 
Possível imagem de Dan, reconhecido em programa de TV.




OS SEQÜESTROS



Linda disse que em abril de 1991 ela encontrou Richard na rua perto do seu apartamento. Foi convidada a entrar no carro que Dan estava dirigindo, mas recusou. Richard a agarrou e forçou-a, com alguma luta, a entrar no veículo. Ele dirigiu por 3 horas e meia, interrogando-a sobre os alienígenas e se ela trabalhava para o governo.

Linda foi obrigada a tirar os sapatos e teve os dedos do pé examinados para ver se ela era uma ET (disseram depois a ela que os alienígenas não têm dedos no pé). Ela também lembrou-se de outro carro envolvido no seqüestro e sob hipnose recordou a placa desse carro como também de parte da licença do carro no qual ela esteve. Hopkins disse que as licenças eram de certas "agências" (e não deu maiores detalhes).

No simpósio do Mufon, perguntaram a Linda se ela comunicou o sequestro à polícia, ao que ela respondeu que não pois o sequestro era legal porque se tratava de segurança nacional.

Em conversas com Butler no início de 1992, Linda manifestou preocupação com sua segurança pessoal. Foi marcada uma reunião com Stefula devido ao seu passado forense. Durante a tarde, até o anoitecer de 1o de fevereiro, os três se encontraram em Nova York, e Linda descreveu maiores detalhes do sequestro.

Ela contou que na manhã de 15 de outubro de 1991, Dan abordou-a na rua e empurrou-a para dentro de um Jaguar esporte vermelho. Linda carrega consigo um gravador e conseguiu disfarçadamente gravar alguns minutos do interrogatório a que Dan a submeteu, mas logo foi descoberta e Dan confiscou o gravador.

Dan dirigiu até uma casa na praia de Long Island. Lá ele mandou que Linda tirasse a roupa e vestisse uma camisola branca, similar àquela que ela usava na noite da abdução. Ele disse que queria fazer sexo com ela. Ela se recusou mas concordou em vestir a camisola sobre a roupa. Assim que fez isso, Dan caiu de joelhos e começou a falar incoerentemente algo sobre ela ser a "Dama das Areias".

Ela saiu correndo da casa, mas Dan a agarrou na praia e dobrou seu braço para trás, colocando dois dedos na sua nuca, fazendo-a pensar que era uma arma. Ele a levou para dentro d´água e mergulhou sua cabeça duas vezes. Ele continuava enfurecido e delirava incoerentemente e quando ela teve a cabeça mergulhada dentro d´água pela terceira vez, pensou que não iria sair dessa.

Então, uma "força" atingiu Dan e derrubou-o de costas na praia. Ela começou a correr e ouviu um som de arma sendo engatilhada. Ao olhar para trás viu Dan tirando uma foto dela (Linda mencionou que fotos da praia acabaram sendo mandadas para Hopkins). Ela continuou a correr, mas Richard subitamente apareceu a seu lado como se saísse do nada. Ele fez com que ela parasse e a convenceu a voltar à casa de praia dizendo que iria controlar Dan, fazendo-o beber um Mickey Finn (bebida alcoólica com narcótico disfarçado).

Ela concordou e, uma vez na casa, Richard colocou Dan debaixo do chuveiro para tirar o lodo e areia da praia. Isto deu a Linda uma chance de pegar suas coisas; ela recuperou o gravador e descobriu uns papéis com o timbre da Central Intelligence Agency (CIA).


Numa rápida conversa em 3 de outubro de 1992, Hopkins disse a Hansen que Linda foi ter com ele logo que ela voltou para Manhattan depois do seqüestro. Ela estava desgrenhada, tinha areia nos cabelos e estava traumatizada com a experiência.



MAIS CONTATOS COM RICHARD E DAN


Durante a reunião de 1 de fevereiro com Butler e Stefula, Linda relatou que havia encontrado com Richard do lado de fora de um banco em Manhattan em 21 de novembro de 1991. Ele falou sobre as deterioradas condições mentais de Dan. Na época de Natal, Linda recebeu um cartão e uma carta de três páginas de Dan (datada de 14/12/91). A carta tinha um selo e um carimbo das Nações Unidas (o edifício da ONU em Nova York tem um posto dos correios que qualquer um pode utilizar). Dan escrevia dizendo que estava numa instituição mental e era mantido sob sedativos. 
Ele manifestava um forte interesse romântico em Linda e em algumas passagens sugeria que iria raptá-la, tirá-la do país e casar com ela; Linda pareceu alarmada com isso (ela deu uma cópia da carta a Stefula e Butler).


Linda ainda afirmou que em 15 e 16 de dezembro de 1991, um dos homens tinha tentado fazer contato com ela na South Street Seaport. Ele dirigia uma grande sedã negro com placas da Arábia Saudita nas Nações Unidas. Para evitá-lo, Linda entrou numa loja. No segundo dia uma coisa parecida aconteceu e ela ficou parada perto de um grupo de homens de negócios até ele ir embora...


O TERCEIRO HOMEM



Na reunião de 1 de fevereiro Linda mencionou que Hopkins tinha recebido uma carta do "terceiro homem" (o VIP), e foi capaz de repetir literalmente sentenças inteiras da carta, que tratava do perigo ecológico ao planeta, e Linda revelou que os aliens estavam tentando acabar com a Guerra Fria. A carta terminava com uma advertência a Hopkins para que ele parasse de procurar o "terceiro homem" porque isso poderia causar danos à paz mundial.

Linda também relatou mais alguns detalhes da sua abdução em novembro de 1989. Ela disse que os homens no carro sentiram uma forte vibração no momento do avistamento. Disse também que numa posterior regressão hipnótica lembrou-se de ter estado na praia com Dan, Richard e o terceiro homem e pensou que, de algum modo, ela estava sendo usada pelos aliens para controlá-los.

Ela se comunicou com os homens telepaticamente e disse ter sentido que conhecia Richard antes da abdução, sugerindo que possivelmente eles dois tivessem sido abduzidos juntos anteriormente. Nós também ficamos sabendo que o terceiro homem era, na verdade, Javier Perez de Cuellar, então Secretário Geral das Nações Unidas. Linda alegou que os carros usados no seu seqüestro tinham sido identificados como pertencentes a várias missões estrangeiras nas Nações Unidas.


Na conferência de Portsmouth, New Hampshire, Hopkins falou sobre o terceiro homem, dizendo: "Estou fazendo o que posso para mexer com os brios dessa pessoa e fazê-la se apresentar".


A RADIOGRAFIA DO NARIZ


Em novembro de 1991, um médico, o qual Hopkins descreve como "intimamente ligado a Linda", fez-lhe uma radiografia da cabeça porque ela sabia do implante no nariz e frequentemente falava do problema. A chapa não foi revelada imediatamente.


Alguns dias depois o médico a trouxe para Linda, mas muito nervoso, sem querer discutir o assunto. Linda levou a chapa para Hopkins, que a mostrou a um amigo neurocirurgião. Este ficou aturdido; um objeto claramente não natural podia ser visto na área nasal. Hopkins mostrou nas suas apresentações um slide dessa chapa, onde até um leigo pode ver o implante. O objeto tinha uma haste de ± 0,63 cm de comprimento trazendo nas duas pontas fios trançados.



Implante nasal de Linda .



OUTROS ASPECTOS INCOMUNS DO CASO

 Linda  forneceu detalhes variados que talvez possam ser pertinentes. Ela disse que acreditava estar sob vigilância e descreveu uma van prateada estacionada perto do seu apartamento. Também contou que tinha sido cantora profissional de sucesso, mas que perdera a voz no chuveiro. Acrescentou que fora dada a entender que seu sangue era bastante incomum.


Um médico a informara que suas células vermelhas não morriam, rejuvenesciam. Ela se perguntava se isso era alguma influência alienígena; algum tempo depois tentou encontrar esse médico mas não conseguiu. Linda parecia agora acreditar que ela era parte alienígena ou de algum modo teria trabalhado com eles. E também disse que tinha um acordo com Budd Hopkins para dividir meio a meio os lucros de um livro sobre o caso.


SIMILARIDADES ENTRE O CASO LINDA NAPOLITANO E A NOVELA DE FICÇÃO CIENTÍFICA "NIGHTEYES"



* Linda foi abduzida para dentro de um ufo que pairava sobre o alto edifício onde ela morava em Nova York.
- Sarah foi abduzida para dentro de um ufo que pairava sobre o alto edifício onde ela morava em Nova York.
* Dan e Richard inicialmente afirmaram que tinham estado numa "campana" [vigilância policial] e se envolveram numa abdução durante a madrugada.
- De madrugada, em "Nighteyes", dois agentes do governo estavam de "campana" e se envolveram com uma abdução durante a madrugada.
* Linda foi raptada e atirada dentro de um carro por Richard e Dan.
- Wendy foi raptada e atirada dentro de uma van por Derek e Merril.
* Linda alegou que esteve sob vigilância de alguém dentro de uma van.
- Vans eram usadas para vigilância em "Nighteyes".
* Dan é uma agente de segurança e da inteligência.
- Derek era um agente do FBI.
* Dan foi hospitalizado por trauma emocional.
- Um dos agente do governo em "Nighteyes" foi hospitalizado por trauma emocional.
* Durante o rapto Dan levou Linda para uma casa segura.
- Durante o rapto Derek levou Wendy para uma casa segura.
* A casa era na praia.
- Em "Nighteyes", uma casa era na praia.
* Antes desse sequestro, Linda falou com Budd Hopkins sobre a abdução.
- Antes do sequestro, Wendy falou com Charles Edward Starr sobre a abdução.
* Budd Hopkins é um renomado pesquisador de abduções por ufos morando em Nova York e autor de livros sobre o assunto.
- Charles Edward Starr era um renomado pesquisador de abduções por ufos morando em Nova York e autor de livros sobre o assunto.
* Linda e Dan foram abduzidos ao mesmo tempo e se comunicaram durante o evento.
- Wendy e Derek foram abduzidos ao mesmo tempo e se comunicaram durante o evento.
* Linda achou que "conhecia" Richard anteriormente.
- Wendy "conhecia" Derek anteriormente.
* Dan expressou um interesse romântico em Linda.
- Derek envolveu-se romanticamente com Wendy.
* Dan e Richard sentiram fortes vibrações durante o avistamento.
- Durante o pouso do ufo em "Nighteyes" houve muita vibração.
* Fotos de Linda foram tiradas na praia e enviadas a Hopkins.

- Em "Nighteyes", as fotos tiradas numa praia têm papel importante.



A REAÇÃO DA LIDERANÇA UFOLÓGICA



Um dos aspectos mais curiosos da investigação foi a reação de eminentes líderes da Ufologia. Na verdade, a longo prazo, isto pode se tornar a parte mais importante de todo o caso.

Depois do simpósio do Mufon em julho, Stefula teve várias conversas com Walter Andrus, Diretor Internacional do Mufon. Andrus lhe disse que o Mufon não tinha nenhum interesse em publicar qualquer crítica sobre este caso, embora eles tivessem publicado um artigo intitulado "The Abduction Case of the Century" (A Abdução do Século).

Esta é uma declaração surpreendente vinda de um líder de uma organização que pretende ser científica. As declarações de Andrus levantariam questionamentos sobre a veracidade das alegações de que o Mufon usa métodos objetivos, científicos.

Em 14 de setembro de 1992, Hopkins passou um fax a Butler de uma carta dizendo que, como membro há muito tempo do Mufon, ele estava emitindo uma "ordem" (palavra dele). Ele "ordenou" que Stefula e Butler parassem as investigações do caso. 

Sua carta parecia refletir uma mentalidade mais de líder de seita do que de um investigador em busca da verdade.

Para a reunião de 3 de outubro, em Nova York, Hopkins mandou seu amigo íntimo Jerome Clark, de Minnesota. Sob a influência de Hopkins, Clark enfatizou com veemência que gente de fora parasse com as investigações, parecendo, desse modo, reforçar a prévia "ordem" de Hopkins (apesar de que o caso já tinha saído no Wall Street Journal, Omni, Paris Match e no programa de televisão "Inside Edition").

Clark (1992) mais tarde comprometeu sua posição ao escrever que este caso, de fato, poderia envolver um figurão da política mundial e ter conseqüências internacionais.

Andrus e Clark são, provadamente, as duas mais influentes figuras da Ufologia americana. Andrus é Diretor Internacional do Mutual UFO Network (Mufon), e organiza a maior conferência anual sobre ufos no país e escreve regularmente na revista mensal do Mufon.

Clark é colunista da revista "Fate" (Destino), editor do UFO Repórter Internacional, vice-presidente do J. Allen Hynek Center for UFO Studies, e autor de livros e até de uma enciclopédia sobre ufos. Devido à sua importância, suas declarações deveriam ser de interesse especial à comunidade pesquisadora de ufos.

Na reunião de 3 de outubro foram discutidos o seqüestro e a tentativa de assassinato de Linda. Hopkins, Andrus e Clark entraram literalmente em pânico com essa sugestão e vigorosamente se opuseram a ela. Só podia-se concluir que eles queriam suprimir as evidências de uma tentativa de homicídio.


Esta situação parecia tão ultrajante que alguns dias depois Hansen chamou Andrus, Clark, John Mack, e David Jacobs para perguntar-lhes se eles realmente acreditavam na história de Linda sobre seu sequestro e tentativa de homicídio. Todos disseram que acreditavam nela.  Durante as conversas telefônicas Andrus e Clark mais uma vez se opuseram firmemente à requisição de uma investigação por autoridades legais.