UFO Verdade ignorada

UFO Verdade ignorada

quarta-feira, 29 de abril de 2015

O Caso Cussac





O Contato imediato de Cussac é o nome dado um evento que aconteceu envolvendo duas crianças em Cussac, Cantal, França , em agosto de 1967. Eles relataram um avistamento de OVNI e encontro com seres alienígenas.

Em 22 de Agosto de 1967, dois irmãos. François e Anne Marie, com 13 e 9 anos respectivamente, acompanhados de seu cachorro Medor, saíram as 8 horas da manha para conduzir uma dezena de vacas ate uma pastagem de Tuiles, a uns 800 metros a oeste de Cussac, seguindo as margens da estrada n .° 57 que liga Les Temes a Pont-Farin.

Eles as conduziram, mantendo vigilância sobre os animais. Enquanto as vacas pastavam eles jogaram cartas para passar o tempo. Havia um pouco de movimento na estrada local com automóveis passando ocasionalmente. Em determinado momento as vacas começaram a saltar um pequeno muro que as separavam de outra propriedade onde haviam outras vacas. 

François, que estava sentado na grama, levantou-se naquele momento para chamar seu cachorro a fim de que ele desviasse as vacas de seu objetivo. Foi aí que ele avistou, a uns 60 metros de onde ele estava, o que ele pensou que eram quatro crianças, atrás de uma pequena cerca de pedras e rodeados por moitas e arvores.

Intrigado, ele alertou sua irmã Anne Marie, que se ficou empolgada com a possibilidade de ter novos amigos pra brincar. Em função disso ela correu na direção dos estranhos aos gritos perguntando se eles queriam brincar.

Os pequenos seres não se assustaram com a presença das crianças e permaneceram no mesmo lugar. Dois dos desconhecidos estavam de pé a direita do aparelho em relação às duas testemunhas, e postados de perfil, parecendo se encararem. Um terceiro virou-lhes as costas, encontrava-se no centro, e ajoelhado, e parecia 'raspava" o solo. O quarto, em pé  a direita, olhava na direção das crianças. Segundo as crianças ele tinha à mão o que eles parecia ser um espelho. Ele tinha formato retangular podendo medir 20 x 30 centímetros, e talvez tendo duas faces. Seu brilho cegava as crianças e lhes parecia que para trás ele projetava uma viva claridade que atingia a parte direita da maquina.

O aparelho que estava pousado nas proximidades das testemunhas emitia intensa claridade que ofuscava a vista das crianças.

Segundo relatos das crianças estes seres teriam entre 1 m e 1,20 m (com uma pequena diferença de altura entre eles), esguios, cabeça alongada, crânio pontiagudo, nariz pontudo, queixo acentuado, braços mais longos que o normal (em comparação com os humanos), pernas magras e curtas. Vestiam um traje preto, semelhante ao de um mergulhador, com aspecto brilhante.

 Como não obteve resposta a sua interpelação e intrigado pelo que tinha visto, François foi subir sobre a mureta que cerca seu campo, ao longo da estrada 57, para melhor observar os estranhos, e a partir deste momento as coisas se passaram muito rápido.

Parecendo tomar consciência subitamente daquela presença próxima, os desconhecidos voltaram para o objeto. Inicialmente os dois que se encontravam a esquerda, em seguida aquele que estava ajoelhado e depois o ser do espelho.

Esta entrada surpreendeu as duas crianças pois subitamente os seres começaram a levitar em direção à entrada do objeto. Os três primeiros mergulharam de cabeça no objeto. O quarto tripulante retornou e pegou alguma coisa que havia ficado no solo e imediatamente retornou para o objeto que executou uma ascensão em movimentos espirais até que ouviu-se um assobio agudo e suave ao mesmo tempo em que o objeto aumentava sua luminosidade. A esfera desapareceu pelo céu , em direção noroeste, direção de Plomb do Cantal.










 O cachorro das testemunhas latiu durante algum tempo. As vacas do vizinho deixaram sua pastagem e uniram-se às vacas de François e Anne Marie e permaneceram mugindo durante algum tempo. Um estranho cheiro de enxofre permaneceu no ambiente. Diante destes fatos os irmãos recolheram suas vacas e voltaram para casa. François tinha um relógio que funcionava perfeitamente bem até aquela data. Aparentemente ele havia parado. A 300 metros do local eles encontraram o Sr. Valjeux a quem perguntaram as horas. Eram 10h30m. Após isso perceberam a ausência do cachorro que só encontram quando chegaram em casa. Ele estranhamente havia seguido para lá antes, ao invés de esperar os donos, como sempre fez.

Ao chegar em casa, os dois irmãos contaram aos prantos o que havia acontecido. Diante disso o pai contatou a polícia que investigou o caso logo depois. A investigação não revelou nada de anormal, apenas constatou o forte cheiro de enxofre presente no local.

Nos dias seguintes as testemunhas apresentavam olhos lacrimosos, sensibilidade à luz, sono agitado.


Foram ouvidos também testemunhas que viram as crianças no local no horário aproximado do contato. O Sr. Delcher trabalhava em um celeiro próximo e ouviu o som de assobio agudo no mesmo horário que as crianças tiveram a observação. Outro agricultor testemunhou quando as vacas começaram a se agitar, se agrupar e mugir, no entanto não viu qualquer aparelho no céu.




os irmãos mostrando o local do avistamento.

O caso de Cussac foi selecionado como um representante dos “casos de terceiro tipo” – aqueles em que se, apesar da abundância de dados, os pesquisadores não conseguem chegar a uma explicação racional ao acontecimento.


François e Anne Marie.

  


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Caso Maria Elodea Pretzel

          Interessante caso de contato imediato com um estranho ser na região de Córdoba, na Argentina, em 14 de julho de 1968.



Maria Elódea Pretzel, protagonista do caso. Seu pai ao fundo.




O ano de 1968 foi um dos mais importantes da casuística ufológica na América do Sul. Nesse ano, vários países tiveram inúmeros casos de contato imediato de 2º e 3º graus. A Argentina foi um dos países mais privilegiados no numero de observações deste tipo. Um dos mais interessantes ocorreu em 14 de julho de 1968 em uma pequena vila turística da região de Córdoba: Vila Carlos Paz.


Já era madrugada quando Maria Elódia Pretzel se despedia de seu noivo na porta do hotel "La Cuesta" (situado na rota nº 20 a 2 Km do centro), de propriedade de seu pai, onde trabalhava. Em seguida ela entrou novamente no hotel e percebeu que havia luz vindo da cozinha. Ela pensou que algum hospede havia deixado a luz do aposento acesa foi até lá para desligá-la. Ao chegar ali deparou-se com um indivíduo desconhecido, de aparência humana presente no interior do imóvel. Ele tinha aproximadamente 2 metros de altura, era magro, ruivo, com sobrancelhas brancas e olhos comuns, lábios finos e dentes perfeitos. Ele trajava uma espécie de malha ajustada, de coloração azulada, e composta por pequenas escamas luminosas fosforescentes, que lhe cobria todo o corpo, exceto a cabeça e mãos. Da ponta dos dedos das mãos e dos pés saíam raios luminosos.

Este homem segurava na mão esquerda uma esfera que emitia forte jato luminoso. Na mão direita, havia uma espécie de anel semelhante a uma manopla, que cobria a metade da mão. Cada vez que o ser levantava essa mão ela sentia que lhe faltavam as forças; quando ele a baixava tudo voltava ao normal.

 O estranho falava normalmente movendo os lábios pronunciando palavras numa linguagem desconhecida, melódica que lembrava japonês. Ele caminhou na direção da jovem e esta passou a ter sentir algo em seu corpo. Sua cabeça começou a doer, como se estivesse cheia de bolhas e sentiu seus ouvidos tapados.


 Nesse momento, a luz da esfera apagou-se, o estranho virou-se e se dirigiu na direção da porta, que se abriu sozinha para sua passagem. Ao vê-lo ir embora notou que ele vestia uma espécie de capa curta, também com escamas luminosas, que lhe caia sobre os ombros.

Sentindo lhe faltar as forças, a jovem caminhou apoiando-se nos móveis ate a porta da cozinha, quando perdeu os sentidos. O pai de Elodia, dono do Hotel, ao chegar pouco depois do incidente, notou dois potentes focos luminosos de cor vermelha a uns 50 metros de distância. Ao entrar no hotel encontrou sua filha desmaiada.

Em virtude do susto o pai de Maria Elódia, Pedro Pretzel, chamou o médico da família, Dr. Hugo Vaggione que verificou o estado da testemunha. Segundo o médico ela se encontrava muito nervosa sob forte impacto emocional, sem no entanto entrar em crise nervosa. Seu estado físico estava normal, assim como sua pressão.


Investigadores independentes investigaram o caso e constataram que no portão de entrada do hotel havia um nível de radioatividade acima do normal para a região.



Duas diferentes representações do humanóide relatado no caso.



sábado, 25 de abril de 2015

O Encontro de Rosa Dainelli

            



Representação do contato de Rosa Lotti Dainelli




Caso de aterrissagem e contato com tripulantes ocorrido em um pequeno vilarejo da região da Toscana, na Itália, em 1º de novembro de 1954.


No dia 1º de novembro de 1954, entre 7:30 e 8 horas das manhã, Rosa Lotti Daineli, uma camponesa da região da Toscana, na Itália, foi protagonista de um contato imediato com tripulantes de um OVNI.


Na ocasião do contato, Rosa morava em uma casinha no meio de um bosque a aproximadamente 2 quilômetros do vilarejo de Cennina, próximo à Bucine. Era uma região isolada, na época. As estradas locais não eram asfaltadas e os meios de comunicação eram ainda precários.




Naquela época, haviam operários instalando os primeiros cabos de luz elétrica na região. Estes tinham equipamentos desconhecidos para Rosa. Entretanto a visão do estranho objeto causou muita estranheza à Rosa.

Rosa parou para espiar o estranho objeto e foi aí que observou dois estranhos seres saindo do objeto e se aproximando da testemunha. Estes seres eram pequeninos, com aproximadamente 1 metro de altura, muito sorridentes, e vestiam um uniforme cor marrom-escuro e capuz.



Ao chegar próximo à testemunha os pequenos seres sorriam e pronunciavam palavras estranhas à protagonista. Rosa pensou que fossem "comandantes estrangeiros" trabalhando para a Companhia Elétrica.

Um dos seres aproximou-se ainda mais de Rosa e pegou delicadamente seu ramalhete e em seguida uma das meias de Rosa Daineli. Depois dirigiu-se ao objeto, abriu uma portinhola e depositou-os ali dentro. Em seguida retornou até Rosa, desta vez com um objeto arredondado, de coloração marrom, aparentando ser revestido de couro. Rosa, ainda espantada com a situação solicitou que o estranho lhe devolvesse suas coisas. Em resposta o estranho apenas sorria. Após isso ele olhou para o estranho objeto e em seguida para Rosa, fazendo um gesto como que oferecendo o objeto à testemunha. Rosa, desinteressada no objeto continuava a solicitar que ele lhe devolvesse suas coisas e que ficasse com o estranho objeto.

Vendo que não teria suas coisas de volta Rosa simplesmente deu saiu dali rapidamente em direção à Igreja. Ao chegar no local Rosa contou o fato à algumas senhoras amigas suas que por sua vez contaram ao padre. Com isso o caso teve repercussão sendo noticias em diversos jornais italianos.


Rosa Dainelli, aos 80 anos, apontando o local onde o caso ocorreu.


quinta-feira, 23 de abril de 2015

O Fantástico Caso Karran

                     


O Caso Karran é um dos mais famosos de abdução da Ufologia Brasileira e ocorreu em 12 de janeiro de 1976, em Matias Barbosa (MG), tendo como protagonista o casal Hermínio e Bianca Reis.




Retrato falado de Karran, o extraterrestre comandante 
da nave que “seqüestrou” Hermínio e Bianca: dois 
metros de altura,  olhos verdes, pele bem 
bronzeada e cabelo escuro.

Um controvertido encontro com a equipe do extraterreno Karran modificou completamente a vida do casal Hermínio e Bianca Reis, um ex-pastor das Testemunhas de Jeová e uma dona-de-casa.os dois contam, nesta entrevista exclusiva, os muitos obstáculos que tiveram de superar, desde as acusações de serem meros robôs teleguiados até os desconfortos da popularidade.Além disso, discorrem com naturalidade sobre a presença, já entre nós, de seres de outros planetas. Seus encontros com Karran são dos mais bem documentados da factualidade ufológica.



Hermínio e Bianca,protagonistas do caso Karran .



A presença do casal diante das câmeras provocou imediatamente uma discussão de caráter nacional com relação à questão discos voadores. As conferências do “casal do disco voador”, como são conhecidos, geram sempre grande entusiasmo do público, que se aglomera ao redor dos dois, bombardeando-os de perguntas e dúvidas.

A aventura de Hermínio e Bianca começou em 1976, em uma noite de janeiro, quando viajavam em seu carro do Rio de Janeiro para Belo Horizonte. Era muito tarde e a visão de um “balão” luminoso no céu os fez parar – fato que aconteceu o seu “sequestro” com carro e tudo para dentro da espaçonave. Já no disco, eles encontraram o alto e belo Karran, extraterrestre que se tornou amigo dos dois e, através deles, também uma “celebridade”.

Aquele foi o primeiro de uma série de quatro contatos ou encontros com Karran. O caso Hermínio e Bianca é um dos poucos em que os “sequestrados” não perderam a lembrança do acontecido e ainda se envolveram tanto com os extraterrestres que outros contatos foram estabelecidos.

Digno de nota foi o terceiro deles, em que Hermínio tirou fotos da nave deixando o solo. Estas fotos, que mais mostram “jogos de formas de luz” do que propriamente a silhueta de um disco voador, foram exaustivamente estudadas em laboratórios pelo pesquisador de UFOs Alberto Francisco Carmo.

O resultado das revelações foi apresentado em março de 1979, no Primeiro Congresso Brasileiro de Ufologia, em São Paulo, que contou com a presença do papa da ufologia, o astrofísico americano Allen Hynek. Alberto Francisco conclui:”...ou estas fotos são autênticas, revelando parte de uma supra – realidade que não conhecemos, ou então o sr. Hermínio da Silva Reis é um amador genial...”

Na Minha opinião, o que mais incita à controvérsia no caso de Hermínio e Bianca é o fato deles insistirem na tese de que os extraterrestres são sempre bem intencionados, ou seja, todos os extraterrestres que nos visitam vêm com a missão pacífica de compreender-nos e ajudar-nos a penetrar numa etapa do desenvolvimento e conhecimento humanos.



ENTREVISTA

Apenas uma coisa é certa: apesar das diferentes reações de leigos e especialistas a respeito desse caso, o “casal do disco voador” continua sua caminhada, procurando, através dos ensinamentos dos extraterrestres, levar as pessoas ao maior conhecimento de si mesmas e do mundo em que vivem.

Vocês conheceram outros extraterrestres além de Karran?

Bianca: Sim.

Hermínio: No mês de janeiro de 1977, quando Karran veio pela segunda vez, ficamos conhecendo uma pessoa que estava vivendo aqui no Brasil e que nos encontrou e nos levou até Karran e vice-versa. Essa pessoa chamava-se Zir.

Qual era a aparência física de Zir?

Hermínio: Primeiramente, suponhamos que eu tomasse Zir como uma prova. Se eu chegasse até alguém e dissesse que Zir era de outro planeta, as pessoas não acreditariam, porque ele é igual a qualquer pessoa. Visualmente, Zir não dá provas de ser um habitante de outro planeta. Apenas em circunstancias especiais, que ele nos mostrou, pudemos notar que a circulação sanguínea dele não é do mesmo tipo que a nossa. Por exemplo, nossas veias são dispostas em sentido vertical, as dele são em sentido circular.

As de Karran também?

Hermínio: Não. Zir era diferente de Karran.


Então Zir não vem do mesmo planeta que Karran?

Hermínio: Não. Apenas serviu de intérprete naquele momento.





Então Zir morava na Terra?

Hermínio: Zir estava trabalhando aqui. Mas voltando à particularidade da circulação sanguínea ser diferente – fato que é quase imperceptível, pois só pudemos notar isso bem de perto com lanternas deles -, Zir também nos disse que tinha dois corações e que, antes de vir para cá, fora adaptado para viver aqui. Durante a noite, Zir usava filtros no nariz para manter-se em equilíbrio com nosso tipo de respiração.

Zir tinha uma profissão aqui?

Hermínio: Ele trabalhava no campo. Era um lavrador e se vestia como tal. Em suas mãos havia até calos. Usava roupas simples e pretas, feitas de tecido nosso.

Zir ainda vive na Terra?

Hermínio: Pelo que me consta, não. Ele estava doente naquela época. Sofrera um acidente e disse que ia embora.

Você disse que ele serviu de intérprete?

Hermínio: Karran falava seu próprio idioma e Zir ouvia e traduzia para nós em português.

Dentro do disco, esse processo foi feito através de uma máquina, certo ?

Hermínio: Sim, por máquinas. Mas Bianca informou que Karran está aprendendo  português. Só que, nessa segunda vez, Karran ainda não falava português.

Quer dizer que há realmente  extraterrestres morando na Terra?

Hermínio: Sim. Karran nos disse que existem extraterrestres vivendo aqui, assim como há seres humanos da Terra vivendo no planeta de Karran.

Qual é a missão dos extraterrestres entre nós?

Hermínio: Karran nos disse que, por motivo de um acidente no planeta Terra nosso cérebro ficou bastante avariado, bloqueado. Por isso, eles resolveram acompanhar nosso desenvolvimento mental através dos tempos. 

Vocês sabem se algum outro acidente irá ocorrer?

Hermínio: Sim. Mas Karran explicou que será um acidente necessário, porque nosso planeta precisa voltar à sua posição original. Retornando á situação inicial, então as coisas irão melhorar. Naturalmente, tudo voltará ao normal, inclusive os sobreviventes serão bem diferentes do ser humano atual. Não haverá bloqueios e eles usarão seus cérebros na totalidade.


Descrição do interior da nave. Vê-se a “máquina tradutora” e os capacetes ligados ao casal, para conversações com tradução imediata. 


Esse outro acidente será natural ou provocado pelo homem?

Hermínio: Karran me disse que inicialmente esse acidente foi provocado por uma grande descarga de energia solar. Naturalmente, esse retorno do planeta ao seu eixo também será provocado pelo Sol. Mas ele poderá ser apressado pelo homem.


Quando vai ocorrer esse acidente?

Hermínio: Karran me disse que está bem perto. Bem perto mesmo.

Embora não sejam místicos, vocês normalmente não têm diferenças ideológicas com os místicos como os rosacruzes,os teosofistas. Mas essa notícia do acidente que para muitos corresponde à ideia do Apocalipse, não seria um assunto dentro das fronteiras da mística?

Bianca: Pode até ser. Mas quando ele falou do acidente para nós, falou com a mesma naturalidade com que nós estamos falando tudo à você. Ele não contou coisas misteriosas, secretas.

Hermínio: A propósito, esse retorno ao eixo da Terra não significa um castigo, ou que Deus irá salvar os bons e destruir os maus. O mar, quando retomar sua posição inicial, atingirá tanto bons quanto maus. Para os extraterrestres, todos somos iguais.


O deus de Karran é o mesmo em que nós acreditamos?

Hermínio: Sim, mas o deus de Karran não é o deus pregado pelas religiões. Esse Deus que nós conhecemos não existe. Karran disse que Deus ama todos nós sem distinção. Que o Criador não necessita de nós como servos, e sim como filhos. Assim, eu, de escravo de Deus passei a ser filho de meu Pai. E meu Pai é um homem rico, não é pobre.

Ele é dono de tudo, de todas as coisas que recebemos; e Deus não cobra nada por aquilo que Ele nos dá.

Existem casos documentados – um exemplo clássico é o de Villas-Boas – da existência de cruzamentos (até forçados) entre terrestres e extraterrestres. Isto não seria uma evidência de uma conduta agressiva em relação aos homens?

Hermínio: Não. O que ocorreu com o dr. Villas-Boas foi um tipo de experiência científica.


Todos os extraterrestres são bons? Têm intenções boas em relação a nós?

Bianca: Sim. Por exemplo, suponhamos que eles fossem maus, que tivessem a intenção de tomar nosso planeta. Ora, diante da tecnologia que têm, da capacidade mental que têm, se eles fossem pessoas más, já teriam feito o mal há muito tempo. Então, eu não acredito que sejam maus, porque até hoje não invadiram nosso planeta.

Sabe-se que muitas pessoas foram queimadas, sofreram choques emocionais, psicológicos, e perderam a capacidade de trabalhar, sem contar os casos de pessoas que foram forçadas ao relacionamento sexual. Vocês acham que esse seria um comportamento de pessoas que querem o bem dos seres humanos?

Bianca: Ainda hoje estive discutindo com a pesquisadora – d.Irene Granchi – a respeito de pessoas que ficaram impossibilitadas de trabalhar por problemas mentais, etc. Mas acontece que pessoas sofrem dessa maneira a ponto de ficarem impossibilitadas atuar aqui na Terra só porque viram ou entraram num disco, se levassem um tombo também ficariam loucas. Se houvesse qualquer tipo de acidente, ela ficaria afetada como ficou diante de um disco voador, porque fisicamente ela já não estaria bem.


Então Karran não mencionou a existência de extraterrestres com intenções ruins a nosso respeito?

Bianca: Não. Apenas existem maneiras diferentes de ação dos extraterrestres. Alguns são muito precavidos. Se eles estão parados e a pessoa vai na direção deles, eles paralisam a pessoa mesmo.Só então podemos ver isso como uma agressão. Mas eu pergunto: se nós estivéssemos no lugar deles, não faríamos a mesmíssima coisa? Você sabe que nós não somos “bonzinhos” coisa nenhuma. Pela quantidade de crimes que existe em nosso planeta...

Por que vocês nunca escreveram um livro sobre os contatos que tiveram?

Hermínio: Porque realmente o assunto do livro é tão controvertido quanto o assunto “disco voador”. Você tem nos acompanhado e sabe que, até o presente momento, o esboço original não está em nossas mãos. Está em mãos de outras pessoas. À medida que novos contatos vão acontecendo e nossas opiniões vão se consolidando sobre as coisas que já conhecemos, com informações mais exatas, estamos pensando em colocar esses quatro encontros em um livro só, com fotografias obtidas no terceiro contato.

Além disso, desde o primeiro encontro em que ele nos falou do acidente que nos bloqueou o cérebro, existia também eu - Hermínio. Minha religião não admite a existência de um espírito dentro de nós, algo que sobrevivesse à perda da matéria. Conversei sobre isto com Karran e ele me disse que não falava comigo – matéria, porque eu como matéria não poderia falar nada com ele sem a minha real presença.

Então ele nos ensinou uma técnica para sairmos conscientemente de nossa matéria, para provar-me que eu não era apenas matéria como nós pensávamos.

Em que encontro ele ensinou isso?

Hermínio: Desde o primeiro encontro ele falou sobre isso. E nos encontros seguintes, Bianca foi quem mais trabalhou essa técnica, porque eu tinha que viajar e ela podia ficar em casa, fazendo o exercício. Com isso, ela conseguiu resultados muito mais rápidos do que eu.

E qual é a finalidade de sair do corpo?

Hermínio: Não. Sair do corpo, muita gente faz. O problema é sair da sua matéria consciente.Preparar sua matéria para uma saída consciente e um retorno consciente, ou eliminando o bloqueio existente em nosso cérebro. Mas os exercícios não terminam com a saída e o retorno consciente da matéria; eles têm que continuar a ser praticados fora da matéria em grupo.

Após seus contatos com Karran, confirmou-se para você a ideia de que reencarnação existe?

Hermínio: Não segundo uma doutrina, e sim como uma técnica. Não quero usar essa palavra “reencarnação”; prefiro “troca de matéria”. Não quero usar um termo que possa causar uma questão mística. Você retorna novamente à matéria, porque você foi feito para usar matéria. É uma lei natural feita pelo Criador. Existe uma semelhança com aquilo que chamamos reencarnação para pagar um carma, para pagar pecados, e por aí afora.

O que Karran nos disse não foi isso. Você volta por uma causa natural das coisas, não para pagar algo que está devendo.



Sabe-se que vocês participam de todos os congressos de ufologia, onde ouvem muitos cientistas e pesquisadores apresentarem diversos trabalhos. O que vocês acham dessas pesquisas?

Hermínio :  Nos congressos, prestamos muita atenção aos trabalhos de todos os pesquisadores. Isso nos abre perspectivas amplas sobre o assunto, inclusive a respeito de nosso trabalho. Os pesquisadores estão fazendo o seu trabalho, como nós estamos fazendo o nosso.Porém, eu e Bianca tivemos uma experiência física. Estivemos dentro de uma máquina; conversamos com gente de carne e osso como nós. Nessa ocasião, não só ouvimos muito como perguntamos muita coisa. Há outras pessoas como nós, que podem falar sobre o assunto e deveriam participar dos congressos mas não participam. Alguns pesquisadores ainda têm muitas dúvidas sobre a existência dos discos voadores. Uma pessoa que participa de um congresso de ufologia para expor trabalhos sobre o assunto Deve ter certeza de que eles existem. Certeza daquilo que está falando. Nesses congressos, onde você deveria ouvir e aprender sobre UFOs, as pessoas saem com medo deles. E isso não é positivo.

Muitos pesquisadores dizem que o caso de vocês é um tanto controvertido e que vocês até hoje não apresentaram “provas” ou “mostras” de que a experiência aconteceu realmente. Como vocês respondem a isso?


Bianca: Mas o que seria uma “prova convincente” para os pesquisadores?

Um pedaço de papel? Um pedaço de tecido da roupa de Karran? Alguns pesquisadores ficariam satisfeitos; outros, não. O que seria uma prova para alguns não seria para outros. Karran nos autorizou a tirar fotos que comprovam que estivemos com extraterrestres. Fotos que foram testadas cientificamente comprovando as diferenças com as coisas daqui. Para muitos ainda não foi o suficiente. Agora, o que é uma prova? Então eles diriam: trazer Karran pessoalmente. Mas esta é uma prova que satisfaz às pessoas individualmente. Outras não acreditarão em você. Agora eu coloco uma pergunta: e se agora eu trouxesse Karran até aqui? Talvez as pessoas dissessem que ele era muito humano para ser de outro planeta. Elas não vão acreditar que ele é extraterrestre, pois a grande maioria  acha que, para eles serem de outros planetas, devem necessariamente ser diferentes. E existem muitas pessoas de outros planetas iguais a nós. Portanto, isso não seria uma prova.


Vocês contaram tudo o que sabem aos pesquisadores?

Bianca: Na medida do possível, sim.

O que você quer dizer com “na medida do possível ”?

Bianca: Eles nos pediram para não divulgar certos fatos e nós mesmos achamos que certas coisas não deveriam ser mencionadas em público.

Há pesquisadores que acham que vocês estão sendo usados por Karran e seu povo, e que, desde o primeiro contato, vocês se tornaram robôs, apesar de crerem  estar agindo de própria vontade. Como vocês encaram essas afirmações?

Bianca: Acho que robôs todos nós somos. Uns usados de uma forma, outros de outra. Não sou manipulada por eles. Quando Karran diz alguma coisa, ele explica e te convence a lutar por aquilo que está dizendo. Da mesma maneira que uma pessoa luta por uma religião,por uma ciência, um ideal político ou qualquer outra coisa. Se as pessoas acham que somos robôs, elas devem pensar melhor e ver que existe um monte de robôs por aí – alguns manipulados pelo poder, pelo dinheiro, ou até pelo sexo.


Sabemos que após o contato direto, Bianca, você também passou a funcionar como um tipo de receptor e que Karran fala com você quando esta próximo da Terra. O que foi feito dentro do disco para tornar isso possível?


Bianca: Lá dentro, através de um aparelho dele (bem entendido que não foi implantado nenhum aparelho em mim), Karran registrou ondas mentais provenientes do meu cérebro – ondas mentais que todos emitimos, mas que não conhecemos ainda. Através dessas ondas eles se comunicam, ampliando-as, e elas são transmitidas para mim.São ondas minhas. São freqüências mentais minhas. Por isso eu compreendo e me comunico com eles assim. Conversando normalmente, já estou emitindo freqüências que chegam até os aparelhos, e eles estando com as máquinas ligadas, imediatamente recebem as minhas ondas também.


           
                                           

Karran 


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Caso Villas Boas   

                  

                   



Entre as várias características que parecem ser consistentes nos supostos contatos com os alienígenas que os seres são basicamente humanos , amigáveis e fazem advertências , devemos notar que a presença de mulheres jovens e atraentes nas tripulações ocorre repetidas vezes . Essa característica atingiu um novo patamar durante o contato relatado pelo fazendeiro brasileiro Antônio Villas Boas , em 16 de outubro de 1957.

De acordo com Villas Boas , os eventos começaram na noite de 5 de outubro de 1957 , quando ele e seu irmão estavam se preparando para dormir , na remota fazenda onde moravam ,perto de são francisco de sales. Os dois jovens viram uma luz brilhante na fazenda . Enquanto discutiam se deveriam ou não investiga-la , a luz subiu pelo ar , brilhou através de brechas pelo telhado e voou para longe.

Em 14 de outubro , os irmãos estavam arando, no frescor do final da tarde, quando um objeto redondo, que emitia uma luz brilhante , desceu suavemente e pairou sobre o solo, no limite distante do campo. Antônio decidiu investigar , mas cada vez que se aproximava do objeto, ele voava , para pousar novamente a 100 metros de distância, Depois de três tentativas de alcançá-lo , Villas Boas desistiu, e o objeto foi embora voando.

Na noite seguinte , Antônio estava lá fora , arando , sozinho. À 1 hora da manhã , ele viu o que parecia ser uma estrela vermelha se mover pelos céus. Ela mergulhou em sua direção.
Ao observá-la , Villas Boas viu que a luz vermelha era apenas a característica mais brilhante de um objeto voador de grande porte.O que viu tinha contornos ovais , com uma base achatada e um domo giratório em cima. As bordas eram pontilhadas com luzes cor púrpura , enquanto a brilhante luz vermelha  se projetava da parte frontal , como um cone.
O veículo parou delicadamente e ficou suspenso  a alguns metros acima do campo , a 15 metros de distância de Villas Boas .
Então , três estruturas , parecidas com pernas , desceram do objeto e se apoiaram no chão.
O pouso do objeto sacudiu Villas Boas de sua inércia. Pisando no acelerador , fez uma curva com seu trator e correu na direção do portão. O motor do trator morreu abruptamente , assim como seus faróis. Ele saltou de veículo e começou a correr.

Ele havia dado apenas alguns passos, quando sentiu alguma coisa agarrar seu braço. Ao virar-se , o fazendeiro , apavorado , viu um humanoide de aproximadamente 1,5 metro de altura. Villas Boas deu um soco no ser , que caiu estirado na lama. Novamente , tentou correr , mas desta vez foi derrubado por três humanoides. Chutando e debatendo , Villas Boas foi carregado na direção da nave.




Cada um dos atacantes estava vestido com um macacão cinza sem qualquer tipo evidente de fecho. Os braços terminavam em luvas integrais e as pernas em botas que tinham solas muito grossas.No peito , havia uma placa redonda de metal avermelhado , conectada a um cinto largo por um tipo de tira de metal.
Na cabeça de cada alienígena  havia um capacete de material metálico , de formato cilíndrico com um topo quadrado. A parte frontal do capacete tinha um painel transparente, do qual observavam olhos grandes e pálidos.Três  tubos saíam do seu topo. O tubo central se curvava para baixo e entrava na veste , no meio das costas. Os outros dois também entravam na veste, cada um em uma das axilas.

Apesar dos golpes de Villas Boas , os seres conseguiram carregá-lo até a nave e , com certa dificuldade , para dentro do óvni , por uma escada.

                           Comunicação Bruta


Os seres então começaram a conversar entre si, usando o Villas boas depois comparou a latidos de cães , ele disse que os sons incluíam latidos , uivos e estranhos sons prolongados. 
Depois de alguns minutos , os alienígenas fizeram silêncio e o atacaram .
Eles rasgaram todas suas roupas e o levaram com um líquido claro e oleoso , que rapidamente se evaporava de sua pele nua. Depois , foi guado até uma porta , sobre a qual estavam  gravados uns símbolos vermelhos desconhecidos.





Nessa nova sala , Villas boas foi forçado a se sentar em um confortável sofá. Em seguida, umas das duas criaturas se aproximou dele , segurando um frasco do qual saíam dois tubos. Um deles , que terminava em um cone de sucçaõ , foi fixado no queixo dele , enquanto um dos alienígenas manipulava o outro. Villas Boas ficou assustado ao ver o frasco encher-se com seu sangue.




A recém-chegada era uma mulher, tão nua quanto Villas Boas ,o fazendeiro ficou imediatamente impressionado com a beleza da mulher ,cuja atratividade parecia dominá-lo. Qualquer expectativa que Villas Boas teve da mulher ser uma prisioneira como ele logo foi descartada , em função da aparência levemente estranha dela.



Embora parecesse humana , tinha quadris estranhamente largos , um queixo agudamente pontudo , olhos grandes , inclinados para fora , e pelos púbicos vermelhos brilhantes.
A mulher levou o fazendeiro até o sofá , e logo deixou bem claro que queria fazer sexo com ele. Villas Boas se sentiu muito disposto. Quando terminaram , ela andou até a porta ,onde se encontrou com um dos alienígenas de baixa estatura. A mulher parou e olhou para villas boas, ela apontou para sua barriga , depois para Villas boas , e depois para cima.


Os alienígenas de baixa estatura então devolveram as roupas de Villas Boas e esperaram até ele se vestir. Então  , levaram-no  em uma turnê  pelo óvni , mas que foi interrompida quando ele pegou um estranho instrumento e tentou colocá-lo em seu bolso. Ele esperava que, se tivesse tal instrumento , poderia convencer outras pessoas de que sua experiência bizarra havia sido real. Os alienígenas , no entanto , perceberam a tentativa. Eles tomaram o objeto em meio a muitos latidos e uivos . Villas Boas  foi, então , levado para fora da nave e empurrado pela escada até o chão.

O objeto recolheu suas ''pernas'' , suas luzes púrpuras e vermelhas começavam a piscar. Ele subiu vagarosamente pelo ar e então acelerou para longe , em alta velocidade. Villas Boas foi abandonado sozinho.

Mais tarde , no mesmo dia , ele começou a sentir dores de cabeça terríveis , seguidas de ondas de náusea e vômitos frequentes. Alguns dias depois , Villas Boas notou que estava acometido  de estranhas  erupções cutâneas redondas e roxas , que ficaram doloridas e infeccionadas . Seus olhos incharam e ficaram muito doloridos e sensíveis  a luz forte.



Depois de consultar seu médico , Villas Boas foi encaminhado ao Dr. Fontes , para um estudo. Fontes pensou que Villas Boas estivesse sofrendo de algum tipo de envenenamento  radioativo , mas não tinha certeza. Os sintomas desaparecram em poucas semanas. 
Villas Boas depois se recusou a dar entrevistas e preferiu retomar sua vida. No entanto , continuou a insistir na veracidade de seu contato, até sua morte , em 1988.

Na época , o incidente  de Villas Boas foi considerado uma experiência de contato bem incomum e um tanto ameaçadora. Porém , em retrospectiva , foi constatado que tinha muita semelhança com um tipo de contato alienígena que se tornaria perturbadoramente familiar.
Desde então , centenas de pessoas alegaram ter sido abduzidas por alienígenas, por uma série de motivos bizarros , dolorosos e profundamente sinistros.



domingo, 19 de abril de 2015

''Típico'' Alienígena 

                                      





Embora os seres identificados com os óvnis obedecem , em sua maioria , a um tipo físico , nem todos  se encaixaram em tal padrão.



Tipos diferentes

Muito diferentes , por exemplo , foram  os humanoides  vistos saindo de um óvni perto de Belo Horizonte, em 28 de agosto de 1963.
As criaturas tinham 2 metros de altura e , embora basicamente humanoides , tinham pele vermelha , nenhum cabelo , nenhum nariz , apenas um olho.O óvni tinha formato de um globo transparente que emitia uma luz fosca pulsante. Um dos vultos flutuava do lado de fora do globo e desceu, à deriva , até o chão , apoiado sobre um raio de luz.
Uma das testemunhas tentou jogar uma pedra no intruso, mas seu braço ficou paralisado ao ser atingido por um feixe de luz que saiu do peito do ser. O visitante então voltou para o óvni , que partiu , em alta velocidade.







A aparição de Belo Horizonte foi considerada bizarra na época , e continua até hoje, pois não se enquadra no panorama geral das descriçoes e relatos. O fato de todas as  três testemunhas terem 15 anos de idade e de terem ficado aterrorizadas com o ocorrido explica algumas das discrepâncias , mas nem todas.
Apesar desses casos estranhos , a percepção geral que emergiu dos ovnionautas , ou dos seres que saem dos óvnis , ficou clara no fim dos anos de 1960. Os seres , de modo geral tinham forma humanoide , eram bípedes e andavam eretos , tinham dois braços , um tronco e uma cabeça. A cabeça geralmente era muito maior do que seria espera de um ser humano , mas tinha face com dois olhos , um nariz, uma boca e, quase sempre, duas orelhas.Eles tinham baixa estatura , geralmente entre 1 e 1,20 metro de altura.
Os detalhes dos relatórios variam um bocado. Os vultos eram cabeludos ou carecas , usavam macacões ou corriam nus , e eram cinzentos , verdes ou marrons .
Porém , tais discrepâncias podem ser explicadas pelo fato de as testemunhas terem ficado, compreensivelmente , surpresas com a visão dos intrusos e, com frequência assustadas. 


De  forma semelhante , o comportamento da maioria dos seres que saíram dos óvnis se encaixava em um padrão , embora houvesse exceções .
Na maioria das vezes , os visitantes eram vistos quando aparentavam estar alheios da presença dos humanos. Quando percebiam  que  havia humanos nas proximidades , fugiam , com claros indícios de pressa.

Enquanto não eram perturbados , os intrusos aparentemente se comportavam com profunda curiosidade acerca dos lugares onde aterrissavam.
Eles cutucavam nos campos e bosques à volta deles, espiavam dentro de celeiros e inspecionavam equipamentos, com interesse. Pareciam estar muito interessados em plantas e animais, tanto selvagens como domésticos.
Às vezes , coletavam amostras e as levavam para o óvni.

Porém , há aqueles que reagiam de maneira agressiva com os humanos. Eles frequentemente paralisavam  a testemunha humana, derrubando-a , com algum tipo de campo de força, ou fazendo-a desmaiar , a testemunha não parecia sofrer nenhum tipo de ferimento permanente , de forma que tais contatos  podiam ser compreendidos como ações defensivas , e não como ataques diretos.




                                                  Muito descrito em casos de avistamento  
                                                  dos ocupantes dos óvnis , estão seres
                                                  muito parecidos conosco fisicamente
                                                  Altos , loiros e bonitos.



                                                     Desenho de um suposto extraterrestre,
                                                         características parecidas com o padrão.